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Colagem, música e dança para ajudar as pessoas a expressarem sentimentos, se conhecerem melhor e encontrarem equilíbrio. No Brasil, seus fundamentos foram lançados por nomes como Osório César e Nise da Silveira, que mostraram o poder da arte como forma de cura e comunicação. Apesar de seu valor reconhecido, ainda há muito desconhecimento e preconceitos que a reduzem a uma atividade infantil ou recreativa. Pensando nisso, este projeto teve como público-alvo estudantes do ensino fundamental e médio e teve como objetivo investigar o quanto eles conhecem e como percebem a arteterapia. Para isso, foi aplicado um questionário a 327 alunos de duas escolas, de forma presencial e anônima, buscando entender suas experiências e opiniões sobre o tema. Os dados coletados foram organizados e analisados de maneira simples, em percentuais, para facilitar a compreensão dos resultados. Constatou-se que apenas 10,1% dos alunos sabiam o que é arteterapia, 7% a consideravam infantil e 15,3% já haviam experimentado alguma atividade relacionada. Esses números mostram que, embora existam experiências positivas, a maioria dos jovens ainda desconhece o verdadeiro propósito da prática, especialmente no ensino médio. Conclui-se que há uma grande necessidade de divulgar a arteterapia de forma mais ampla nas escolas, mostrando que ela pode ser uma ferramenta poderosa para lidar com o estresse, a ansiedade e os desafios emocionais da adolescência, promovendo mais autoconhecimento e bem-estar no ambiente educacional.