BIOAPRENDIZAGEM ATIVA: RELAÇÕES ECOLÓGICAS E A NEUROCIÊNCIA DA DOPAMINA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

2025-3483.jovemEste projeto investigou como o cérebro reage em diferentes tipos de aula: uma tradicional e outra planejada para estimular naturalmente a liberação de dopamina. O resultado? Alunos mais engajados, participativos e com melhor desempenho quando o aprendizado desperta prazer. A pesquisa combina ciência, emoção e educação para responder a uma pergunta poderosa: Aprender pode ser tão prazeroso quanto vencer um desafio ou ouvir sua música favorita?
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Guaratinguetá/SP
Colégio Fênix
Ciências Biológicas
Pôster CientíficoRelatório

Palavras-chave

Aprendizagem; Aula Tradicional; Aula Dopaminérgica; Ensino Médio.

Resumo Científico

Este trabalho tem como objetivo geral investigar o papel da dopamina no processo de aprendizagem, comparando a eficácia de aulas tradicionais com aulas estruturadas para estimular sua produção. Para alcançar esse objetivo, foram definidos os seguintes objetivos específicos: compreender a relação entre dopamina e os mecanismos da aprendizagem; desenvolver dois modelos de aula (tradicional e dopaminérgico); aplicar ambos a estudantes do Ensino Médio; e analisar os efeitos no desempenho e engajamento. A metodologia adotada combina uma abordagem qualitativa e quantitativa. Inicialmente, foi realizada uma revisão bibliográfica para fundamentar teoricamente a relação entre dopamina e aprendizagem. Em seguida, aplicaram-se dois modelos de aula: um tradicional e outro com estímulos dopaminérgicos, em turmas do Ensino Médio. A análise qualitativa foi conduzida por meio da observação do comportamento dos alunos em sala de aula e de questionários sobre motivação e interesse. Já a análise quantitativa baseou-se nos resultados obtidos em avaliações aplicadas após cada modelo de aula, permitindo a comparação do desempenho acadêmico entre os grupos. Os principais resultados indicam que os alunos, quando expostos à aula dopaminérgica, apresentaram maior participação, motivação e melhor desempenho, em comparação a aula tradicional. Observou-se, também, maior interesse pelo conteúdo e relatos de prazer ao aprender. Diante disso, concluiu-se que estratégias pedagógicas que estimulam a liberação de dopamina podem ser mais eficazes para promover o engajamento e a aprendizagem significativa. A pesquisa evidencia que integrar princípios da Neurociência ao planejamento didático é uma alternativa promissora para melhorar a Educação.