Representatividade, desigualdade
A presença feminina nas áreas científicas tem sido historicamente inferior à masculina, refletindo uma desigualdade de gênero persistente, marcada por fatores históricos, sociais e culturais. Apesar dos avanços obtidos nas últimas décadas, as mulheres ainda enfrentam desafios significativos para alcançar posições de destaque na ciência. Essa disparidade manifesta-se desde a educação básica até os mais altos níveis de pesquisa e desenvolvimento, evidenciando a necessidade de reflexão e ação sobre o tema. O presente estudo tem como objetivo compreender os fatores que contribuem para a baixa representatividade feminina nas áreas científicas, investigando as barreiras enfrentadas pelas mulheres e propondo estratégias que favoreçam maior inclusão e equidade de gênero nesse campo. A pesquisa justifica-se pela importância de identificar e discutir as causas dessa desigualdade, contribuindo para a construção de um ambiente científico mais justo, diverso e representativo. Será adotada uma abordagem mista, combinando métodos qualitativos e quantitativos. As etapas incluem revisão bibliográfica, levantamento de dados estatísticos e realização de entrevistas com professoras de ciências e profissionais da área. Serão analisados aspectos históricos, sociais e culturais que influenciam a desigualdade de gênero, bem como iniciativas e políticas voltadas à promoção da equidade. Compreender os obstáculos enfrentados pelas mulheres permitirá sugerir ações que incentivem sua participação e permanência na ciência. Espera-se, assim, contribuir para a valorização da diversidade no meio acadêmico e inspirar meninas e jovens a seguirem carreiras científicas, ampliando suas oportunidades e fortalecendo o compromisso social com a igualdade de gênero.