Resíduos. CO2. Pavers. Ecológico.
No mundo investidor em que vivemos hoje, observa-se que as indústrias petrolíferas realizam a exploração do petróleo, que é uma atividade que emite gigatoneladas de CO2 para a atmosfera. Além disso, resíduos como polietileno e poliestireno (plásticos e/ou isopor®) que tem um alto tempo de decomposição e o asfalto comum que não é de uma boa qualidade, são derivados do petróleo. Outro agravante para emissão de gases para atmosfera é a produção de pavers, pois nela usa-se cimento. Assim sendo, o desenvolvimento desse projeto visa produzir uma massa que preencha os buracos das pavimentações, além de fazer um paver ecológico (idealizado na fase II) para diminuir o uso do cimento, portanto a ideia é que a massa seja feita a partir de resíduos derivados do petróleo, juntamente com o vidro e fibra de coco para obter uma maior resistência térmica e mecânica. Então, diante disso os protótipos foram produzidos todos com os resíduos, vidro e fibra de coco juntamente com um ligante natural, no qual o ligante de maior resistência foi o protótipo IV, onde o seu ligante é o barro. Após a escolha do protótipo base, em ambas as fases foram realizados diversos testes e dentre eles estão: resistência térmica, resistência mecânica através da prensa de Marshall, impermeabilidade, testes de compressão. Além disso, a equipe realizou uma aplicação prática da matéria prima criada no chão do estacionamento de seu colégio a fim de testar a aplicação da massa e película produzida, deixando veículos transitando nesse espaço. Na sequência foi realizado o custo estatístico dos pavers ecológicos para uma visualização de mercado. Diante dos procedimentos realizados, é possível visualizar que a proposta é viável com um custo de produção muito inferior ao asfalto e cimento comum. Ademais, a equipe tem planos futuros para a evolução e melhoria do projeto.