Clube de Ciências Pequenos Exploradores: Novas descobertas sobre os fungos.

2025-376.juniorO projeto Clube de Ciências Pequenos Exploradores, desenvolvido na EMEI Paulo Freire, teve como objetivo investigar a decomposição de materiais orgânicos e sua importância ambiental. A metodologia valorizou o protagonismo infantil, promovendo observação, experimentação e curiosidade. O estudo sobre fungos despertou interesse nas crianças, que relacionaram os aprendizados com o cotidiano e compartilharam descobertas com suas famílias.
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Nova Santa Rita/RS
Escola Municipal de Educação Infantil Paulo Freire
Ciências Biológicas
Pôster CientíficoRelatório

Palavras-chave

Fungos, Clube de Ciências, Experiência.

Resumo Científico

Está escrita apresenta uma prática interdisciplinar do Clube de Ciências Pequenos Exploradores (CCPE), desenvolvido na Escola Municipal de Educação Infantil Paulo Freire, em Nova Santa Rita/RS. No CCPE, as crianças investigaram os fungos a partir de uma bergamota encontrada no armário da professora, em início de decomposição. A situação despertou curiosidade e gerou perguntas sobre o processo observado. A pesquisa foi realizada em 2024 e, diante do interesse renovado das crianças, foi retomada em 2025, em etapa já concluída, com novas abordagens e aprendizagens. A investigação buscou compreender como e por que ocorre a decomposição de materiais orgânicos e sua importância para o meio ambiente e, com base em experimentos e análise de dados, explicar o aparecimento de mofo na bergamota. Com mediação da professora, as crianças conduziram o processo: observaram o fenômeno, levantaram hipóteses, definiram procedimentos, executaram experimentos em geladeira (baixas temperaturas) e em ambiente quente e úmido, realizaram registros sistemáticos para o caderno de campo, com auxílio da professora e analisaram os dados. Por fim, compararam os resultados com as hipóteses, socializaram as conclusões e relacionaram a decomposição às práticas de conservação de alimentos e ao equilíbrio do ecossistema. Os testes indicaram que os fungos se desenvolvem mais lentamente em baixas temperaturas, como na geladeira, e proliferam mais em ambientes quentes e úmidos. As crianças revelaram interesse significativo pelo tema, participação ativa nas discussões e disposição para experimentar. As evidências foram articuladas às rotinas familiares, concluindo que conservar alimentos é essencial para evitar desperdícios e favorecer trocas entre escola e família.