Fitormônios; Propagação; Sustentabilidade
A família Orchidaceae representa uma das maiores famílias de plantas floríferas e constitui o grupo mais avançado da superordem Liliiflorae. Algumas são facilmente encontradas no mercado devido à sua facilidade de obtenção. No entanto, em sua maioria, as orquídeas são plantas de difícil propagação, por isso, o cultivo in vitro torna-se uma alternativa para obter mudas, porém com um custo elevado. Além disso, o tempo de crescimento das orquídeas é bastante longo, sendo que uma planta pode levar de 3 a 10 anos para que ocorra a primeira floração. Buscando reduzir o tempo e o custo de cultivo, este projeto analisa a utilização dos extratos vegetais de Kalanchoe blossfeldiana, Kalanchoe delagoensis, Phyllanthus niruri, Habranthus robustus e Portulaca oleracea durante o cultivo in vitro e os extratos vegetais de Kalanchoe daigremontiana, Pilea microphylla, Vinca, Taraxacum officinale, Lantana camara, Bidens pilosa, Kalanchoe blossfeldiana, Kalanchoe delagoensis, Habranthus robustus Herb ex e Portulaca oleracea na produção de keikis (brotos que nascem de uma haste ou pseudobuolbo que se desenvolvem de forma assexuada e se transformam em uma nova planta) de Dendrobium nobile, além disso, comparamos a eficácia do meio alternativo DIO (meio de cultivo in vitro de orquídeas de baixo custo e preparo desenvolvido no Colégio Estadual Jardim Porto Alegre) em duas espécies distintas de orquídeas e também com o meio comercial de cultivo in vitro MS/2. Os extratos vegetais foram preparados nas quantidades de 100, 150, 200 e 250g/L. Para todos os testes no meio alternativo DIO utilizamos as orquídeas Cattleya walkeriana e Epidendrum cristatum, enquanto para o meio MS/2 também foi utilizada a orquídea Cattleya walkeriana. Ao todo foram 21 tratamentos para cada espécie de orquídea e o meio MS/2, somando mais um tratamento, todos com 8 repetições cada. Após a preparação dos meios, extratos e inserção das sementes, o desenvolvimento foi monitorado semanalmente, sendo observadas as germi