A flora como fonte de larvicidas naturais, uma aliada no combate ao Aedes aegypti

2025-2805.jovemA FLORA COMO FONTE DE LARVICIDAS NATURAIS, UMA ALIADA NO COMBATE AO Aedes aegypti. A UTILIZAÇÃO DE EXTRATOS VEGETAIS NO CONTROLE DA DENGUE.
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Toledo/PR
COLÉGIO ESTADUAL JARDIM PORTO ALEGRE
Ciências Sociais Aplicadas
Pôster CientíficoRelatório

Palavras-chave

Biocida; Epidemia; Extrato vegetal

Resumo Científico

A dengue incide tipicamente nos meses mais quentes do ano e é responsável por milhões de internações e óbitos anualmente. Nesse prisma, o combate contra a reprodução do inseto e procriação de larvas se expande desde o controle do vetor até larvicidas/inseticidas químicos, todavia os impactos gerados por estas medidas afetam significativamente o meio ambiente e outros insetos, além de se mostrar uma estratégia cara, podendo não alcançar todas as esferas socias devido à falta de infraestrutura econômica de algumas regiões vulneráveis. Contudo há plantas que possuem o potencial larvicida, onde por meio de uma metodologia de experimentação e revisão de literatura, se mostram uma solução aliada ao controle das larvas da dengue. Objetivou-se nesta pesquisa o controle e/ou inibição das larvas do mosquito Aedes aegypti utilizando-se de diferentes extratos vegetais em diferentes concentrações de plantas desidratadas e in natura. Os tramentos utilizados foram: Agave angustifolia, Agave sisalana, Agave parryi, Agave vivipara, Agave attenuata, Agave demeesteriana, Yucca aloifilia, Furcraea selloana, Furcraea foetida, Dracaena trifasciata, Persea americana, Castanea sativa, Spathodea campanulata, Hovenia dulcis, Syzygium aromaticum, Eucalyptus sp., Laurus nobilis, Acacia dealbata e Ruta graveolens. A princípio separou-se o preparo dos extratos em duas partes, primeiro os extratos desidratados e em seguida os in natura, pesou-se as plantas em concentrações de 5/10/15/20g para 1 litro de água, em seguida acrescentou-se 100 mL de água as plantas. Após o preparo, mergulhou-se as larvas do primeiro ao quarto estágio larval nos extratos devidamente pipetados. Os testes com os extratos estão concluídos, onde obteve-se 100% de inibição larval com os extratos de Ageve vivipara, Furcraea foetida e Syzygium aromaticum, os extratos de Persea americana, Castanea sativa, Agave sisalana e Agave parryi também apresentaram resultados promissores com mais de 90% de inibição. A taxa de inibição do