Celular, proibição, escola
O projeto surge da vontade de entender melhor como as leis estadual e federal estão tratando a questão da proibição do uso de celulares. Pretendemos explorar como as regras influenciam o dia a dia escolar e como elas podem ajudar ou criar desafios para professores e alunos, além de refletir sobre como a tecnologia pode ser usada de forma positiva, especialmente em termos de acessibilidade e métodos modernos de ensino. A integração da tecnologia ao ambiente escolar tem gerado discussões sobre como equilibrar os benefícios educacionais do uso do celular com os prejuízos, como a distração. Pesquisa da Motorola mostra que metade dos adolescentes brasileiros considera o smartphone seu "melhor amigo", e 42% sentem-se pressionados a checá-lo constantemente. A psicóloga Jean M. Twenge destaca que a chamada "geração smartphone", nascida após 1985, passa em média 4,5 horas por dia em redes sociais ou jogos online, o que contribui para o aumento da solidão, redução de interações presenciais e atraso no amadurecimento. A metodologia utilizada partiu da leitura das legislações sobre a proibição do uso de celulares em ambiente escolar, leitura bibliográfica especifica e aplicação de um questionário, cujo objetivo era verificar com os jovens fazem o uso do aparelho celular no dia a dia. As leis em relação a proibição do uso de celulares buscam transformar o ambiente escolar ao promover o uso consciente da tecnologia, melhorar a atenção dos alunos, o rendimento escolar e estimular a convivência entre eles. Ela incentiva o diálogo com as famílias sobre saúde mental e uso excessivo de telas, além de reforçar a importância da segurança digital. Pesquisas indicam que o uso do celular em sala de aula pode prejudicar a aprendizagem, enquanto escolas que limitaram o uso observaram melhorias no engajamento estudantil.